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Reza a lenda que, na Roma antiga, o imperador César era sempre ovacionado pelas conquistas cada vez que retornava de uma batalha. Isso o fazia se sentir muito poderoso. Ele e sua corte, cientes de que o poder é um perigoso alucinógeno, decidiram escalar um súdito para acompanhá-lo em suas voltas triunfais e, a cada 20 metros sussurrava ao pé do ouvido: “Tu és mortal”. Esse modelo deveria ser assimilado por muitas pessoas nos tempos modernos e de redes sociais. Tem gente demais achando que é a última bolacha do pacote. Elas deveriam arrumar um fiel escudeiro para, a cada cinco minutos, lembrá-las de que são mortais e não estão com essa bola toda. Fica a dica!

 

Noticiei acima a bela programação do Teatro Municipal na noite de hoje, mas não posso deixar de relatar o que aconteceu anteontem no mesmo espaço. Espero que não aconteça o mesmo neste sábado. Na quinta-feira (29) o evento de lançamento de projeto cultural atrasou em uma hora e meia. Depois soube que o atraso se deu por que esperavam pela chegada do Prefeito. Uma personalidade marcante do empresariado local que foi prestigiar o evento, dada a longa espera, foi embora antes que o mesmo começasse. Como se não bastasse, a mesa oficial de abertura teve cerimônia muito longa, com excesso de discursos. Até chegar o esperado show do músico Antônio Pinto junto com o grupo Udi Cello Ensemble. A apresentação foi belíssima, emocionou os presentes e compensou o desgaste. Sei que as solenidades formais são importantes, mas penso que os políticos devem refletir um pouco mais e entender que eventos culturais dispensam tantas formalidades. A arte fala por si. Basta ser um bom curador e apresentar boas atrações à população.

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Que lindo que as pessoas, cada vez mais, tenham afeto aos animais. Mais lindo ainda seria se essas mesmas pessoas tivessem mais respeito aos seres humanos na vida coletiva.  Em Uberlândia,  é visível a ausência desse espírito de coletividade.  A maioria da pessoas que passeia com seus cães, principalmente à noite, para que eles façam as suas necessidades fisiológicas, não recolhe as fezes depositadas pelos seus animaizinhos. Uma amiga me ligou indignada com essa postura provinciana destes uberlandenses. Segundo ela,  ao  fazer suas caminhadas, sempre pisa em  cocô de cachorro e volta com os tênis sujos. Por que não adotar modelos exemplares como do Rio de Janeiro e outras capitais do Brasil e do mundo, onde os donos de animais de estimação andam com saquinhos para depositar as fezes do animal.  Manter a cidade limpa é obrigação de todos e, mais do que isso, é respeito mínimo de convivência.  Donos de cães, atentem para este alerta. Não estamos mais em uma cidadezinha e é preciso que as pessoas se comportem de maneira mais civilizada. 

Como compor e se portar em um jantar fino

Se você já passou pela saia justa de não saber como se portar à mesa em um jantar formal ou pretende organizar uma recepção em casa inesquecível, siga as preciosas dicas que encontrei no site Portal Decoração, juntamente com algumas que posso acrescentar que tenho de vivência!

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É incrível, e às vezes muito engraçado, como algumas pessoas têm a disposição (pensando que é poder) em promover a elas próprias. Se colocam como porta-vozes de grupos específicos, como se tivessem sido eleitos por eles. Acompanhei recentemente, na rede virtual, um “bate-boca” completamente descabido entre duas pessoas que se impunham, com posições antagônicas, como “representantes” de determinado segmento. A julgar pelos comentários postados por outros internautas, ambos não eram ninguém. Mas, da maneira como escreviam os comentários, pareciam os salvadores da humanidade. Gente, que horror! As pessoas têm pensamentos próprios, têm ouvidos, têm opiniões e conclusões. A coisa ficou feia, agressiva e os dois “debatedores” pagaram o maior mico. Tentaram agredir líderes legítimos e o tiro saiu pela culatra. Bem feito! Quem manda falar – ou melhor – teclar demais!

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Mentira tem perna curta. Nada pior do que gente que mente. O pior é que quando a mentira é fomentada, vira um caso patológico. O mentiroso profissional acaba acreditando nas próprias mentiras. Recentemente, uma amiga passou por situação complicada. O mentiroso em questão começou a difamar a amiga, querendo convencer o rol de amizades dela de que não havia sinceridade nas relações. Provou do próprio veneno o coitado. O tiro saiu pela culatra e tornou-se pública a sua vida de mentiras. O pior é não termos percebido antes. O que esperar de alguém que se move apenas pela vaidade e pelo desejo de ascensão social. Mentiroso e alpinista social. Tem destino pior para alguém assim? Provavelmente a solidão…

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As relações de consumo, hoje em dia, beiram o desrespeito. As pessoas são muito oportunistas e abusivas. Recentemente, em um evento na cidade, o estacionamento próximo à casa de espetáculos (e aparentemente de propriedade da casa) cobrava um preço absurdo em função de toda a redondeza estar lotada de carros. Até aí tudo bem. Todo mundo está disposto a pagar pela segurança e comodidade. Mas, neste caso, o local é totalmente sem infraestrutura. O carro fica ao relento. O chão é de terra. Não havia manobristas. E cobravam quase o preço de um show ou espetáculo. É ganhar dinheiro fácil e sem respeito ao consumidor. Saudades dos tempos em que os clientes eram tratados como amigos e havia uma relação de camaradagem. Hoje tudo passa pela “oportunidade” de “arrancar” uma grana das pessoas, mesmo sem oferecer um serviço à altura. E isso parece normal. Não há como brecar essa falta de senso? Até quando as pessoas vão querer se dar bem em cima dos outros em vez de ganhar dinheiro de maneira mais honesta? Será que elas pensam que o dinheiro dos outros (só por que talvez tenham mais) tem menos valor do que aquele que está no seu bolso? Não é hora de os consumidores darem um basta aos abusos e se imporem nesta relação de consumo?

 

 

 

 

Tem gente que se acha a última bolacha do pacotinho. Acredita que faz parte de um mundo que não é o dela. E mesmo que fosse. A educação e a humildade são premissas essenciais para qualquer classe social. Imaginem que alguém da alta sociedade – ou melhor, que pensa fazer parte dela, mas, na verdade, é mais uma alpinista social (como se fosse grande vantagem fazer essa escalada) – esculhambou com uma atendente no telemarketing de operadora de cartão de crédito. As frases mais horríveis eram: “você sabe com quem está falando?”, “eu sou rica e você é só uma operadora de telemarketing”, entre outras bobagens bastante agressivas. Mas, a pior delas foi dizer para a atendente que ela era amiga de uma celebridade e passou a citar uma lista de várias pessoas conhecidas no país e no mundo para assustar e ameaçar a garota. Agora, convenhamos, não é muito delírio para uma pessoa só. Se imaginar acima de tudo e de todos, enquanto, na verdade, é apenas uma reles integrante da classe média em ascensão. Precisava disso tudo? Mas a grande contradição em toda essa pompa é que o desvario era por que o cartão não tinha o limite de crédito que ela esperava. E ela nem se envergonhou disso. 

Estou cansada de ver amigos que constroem histórias belíssimas, mas estão rodeados de invejosos que querem desmoroná-las. Tem muita gente que caminha apenas pelo ciúme e pelo ressentimento. Não conseguem realizar as coisas e, por isso, se sentem muito incomodados com aqueles que sempre realizam. É muito chato observar as pessoas, principalmente na internet, desqualificando outros que trabalham. Mas, é muito fácil se expor dessa forma no território virtual. Ali parecem corajosos, pra criticar os outros e apontar defeitos no mundo inteiro. Mas, o que deve ser visto é como são essas pessoas e o quanto elas produzem no mundo real. É bom que as pessoas acordem e percebam que a vida não é um Facebook. E que ali muita gente não é o que parece ser. Quando replicar o comentário de alguém, perceba primeiro quem é aquela pessoa, o que ela faz de verdade no plano real e que interesses há por trás daquele comentário. 

Há amigos que são tão amigos que querem dar bom dia pra todo mundo com o chapéu dos outros. Recentemente, uma amiga ofereceu um jantar para um número específico de pessoas. Alguns convidados se viram no direito de levar familiares e amigos. Resultado: a festa preparada para uma quantidade x de pessoas acabou desfalcada por causa do excesso de festeiros e os anfitriões levaram fama de organizadores ruins. E eles, ao contrário disso, sabem receber como ninguém. As pessoas, quando convidadas para uma festa, seja recepção íntima ou um grande salão, devem levar em conta que os convites são individuais ou em pares. Até mesmo para levar os filhos é preciso consultar antes os anfitriões. Isso não está nos livros de etiqueta social. É uma questão de bom senso e educação. Apenas isso! Deixar o desconfiômetro ligado nunca é demais.

 

 

 

 

Há pessoas que não respeitam mesmo o espaço do outro. Em todas as áreas. Têm uma autossuficiência e um complexo de superioridade tão grandes, que se sentem aptos a interferir no trabalho e nas ações do outro, como se este outro não soubesse o que estaria fazendo. Acho que as pessoas têm de refletir sobre as competências que lhes cabem e delegar aos outros as tarefas que lhe são designadas, sem interferir. É muito narcisismo achar que só a sua visão dos fatos é a que realmente prevalece. A palavra-chave do mundo moderno é diversidade. E isso inclui diversidade de pensamentos. Que os chefes de todas as empresas saibam disso, principalmente aqueles que gostam do exercício imponente de pequenos poderes. Recentemente, em um órgão público federal, uma amiga foi prejudicada pela interferência não comunicada de um “superior” em um projeto de sua autoria. Resultado: o projeto ficou totalmente sem sentido e ela se sentiu muito mal, porque assinava aquilo que, para ela, havia sido arbitrariamente adulterado. Líderes de todos os setores, vamos deixar a megalomania de lado e valorizar as criações dos outros.

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