Cerâmica Vermelha é destaque em ciclo de palestras durante o Minascon 2017

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Com ASCOM Sistema Fiemg
Temas como alvenaria estrutural e racionalizada e sustentabilidade na construção civil foram destaques durante o “Ciclo de Palestras da Cerâmica Vermelha”, realizado pelo Sindicato das Indústrias de Cerâmica para Construção e Olaria no Estado de Minas Gerais (Sindicer-MG), nos dias 12 e 13/09, durante o Minascon 2017, em Uberlândia.

A cerâmica vermelha contempla uma vasta gama de materiais que são constantemente utilizados na construção civil, como telhas, tijolos, blocos maciços e tubos, além de estar presente em itens do uso cotidiano como panelas e filtros de barro.

O consultor técnico da Associação Nacional da Indústria da Cerâmica (Anicer), Antônio Carlos Pimenta, deu um panorama sobre o setor no país e comentou a relevância para a construção. “Esse segmento representa por volta de 5% da Construção Civil. Gera mais de 300 mil empregos diretos e outros mais 1,5 milhão de indiretos. Além disso, o setor conta com mais de nove mil indústrias e um faturamento na ordem de R$ 18 bilhões,” disse.

O conceito consiste na junção das funções de estrutura e vedação em um só sistema. A ideia também facilita o processo construtivo, uma vez que possibilita que sejam feitas as instalações de forma simultânea, de todos os sistemas elétricos e hidrossanitários da obra.

Outro ponto favorável da utilização da Alvenaria Estrutural é a diminuição de custos e a otimização do tempo de construção. Considerado um dos métodos construtivos mais antigos, a Alvenaria Estrutural hoje é aplicada no sustento de projetos residenciais de três a 20 pavimentos.

“A tecnologia de alvenaria com blocos cerâmicos é milenar. Evidentemente que nos últimos anos com a industrialização, a racionalização e também com a sustentabilidade, o setor cerâmico avançou muito em qualidade e nas tipologias de construção,” comentou o consultor da Anicer Antônio Pimenta.

O especialista também ressaltou a importância do setor cerâmico no quesito sustentabilidade.  “O setor da indústria da cerâmica vermelha tem muito a contribuir na questão sustentável, uma vez que o produto cerâmico é essencialmente natural,” pontuou.

Ele ainda completou, “mesmo depois do descarte na obra ou do fim da vida útil de um imóvel, o produto é classificado como resíduo “Classe A” pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), sem contar no fato de que, hoje, os fabricantes produzem com o mínimo de impacto ambiental visando minimizar o impacto da intervenção humana no meio ambiente.

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