Imóveis vendidos em Uberlândia têm crescimento de 48,13% no segundo trimestre

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Em abril, maio e junho deste ano foram comercializados 2.139 unidades

O mercado imobiliário na cidade de Uberlândia iniciou o segundo trimestre bem melhor que o mesmo período do ano passado de acordo com a pesquisa sobre o perfil imobiliário de Uberlândia divulgada nesta quinta-feira (2), na sede da Fiemg. O estudo foi feito pela Brain Bureau de Inteligência Corporativa (Brain), empresa contratada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba e avaliou o desempenho do setor no segundo trimestre de 2018.

As vendas de imóveis residenciais novos atingiram 1.193 unidades, destes 1.096 foram do padrão Econômico (Minha Casa, Minha Vida), um crescimento de 184,73%. Destes 1.193, apenas 1 imóvel foi comercial. Diante do momento econômico em que o país atravessa, a soma do número de imóveis vendidos em 2018 é positiva. Foram comercializadas 2.139 unidades, contra 1.444 no segundo, terceiro e quarto trimestres de 2017, um crescimento de 48,13%. “A oferta do Minha Casa, Minha Vida corresponde a 84,7% do mercado”, destacou Fábio Tadeu Araújo, sócio da Brain.

O número de empreendimentos residenciais lançados neste ano atingiu 10 unidades, 1 a mais que no mesmo trimestre de 2017. Já o número de unidades lançadas em 2018 cresceu. No segundo trimestre de 2018, foram lançadas 1.608 unidades, contra 1.002 no mesmo período em 2017. “O estoque é consideravelmente alto em relação à oferta. Falta vender 39,1% e o normal é 23%. Uberlândia tem R$1.250 bi de mercado”, afirma Fábio Tadeu Araújo.

O que chama a atenção na pesquisa é que desde o primeiro trimestre de 2017 até o segundo trimestre de 2018 nenhum empreendimento e unidades comerciais foram lançadas. No entanto, no segundo trimestre do ano passado, 32 unidades comerciais foram vendidas. Outras três neste ano, sendo 2 no primeiro trimestre, e 1 no segundo.

O presidente do Sinduscon-Tap, Efthymios Panayotes Emmanuel Tsatsakis disse o setor da construção tem potencial para crescer, mas depende de alguns fatores importantes. “Um deles é o restabelecimento do crédito, com a retirada de impedimentos a financiamentos, o investimento em infraestrutura, com parcerias público-privadas e a desburocratização”, afirma.

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