Pimenta Refresco

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Às vezes eu fico pensando no quanto as pessoas são movidas pelas conveniências. Além de tempos de muito egoísmo, vivemos uma era de “parasitas sociais”, aquelas pessoas que se “encostam” nas relações por conveniência, sobretudo com figuras públicas e empresas que possam lhe beneficiar. Geralmente, são pessoas que não querem somar, querem brilhar mais do que os que lhe são parceiros, mas antes fazem mil promessas, não as cumprem e acabam desmontando qualquer possibilidade de novas parcerias. Isso, sinceramente, detona com qualquer mercado e desestimula investidores a estarem presentes em eventos sociais, culturais, corporativos, etc., sendo este apenas um aspecto desse parasitismo. O outro é a hiprocrisia. Em um dia, os tais “influencers” ressaltam a marca ou a pessoa de seu relacionamento, no outro a desprezam. Tempos depois, já estão lá, grudadinhos de novo. A isso eu chamo falta de identidade, pra não dizer falha de caráter. Mas, enfim, é assim que, para alguns, a coisa tem funcionado: garante o prato do dia e não dá o retorno esperado. Se vendem por migalhas para uns, abusam de outros e brincam com o sonho e o empreendimento das pessoas. E, por fim, há a concorrência, às vezes muito desleal, ferindo a ética e os princípios da boa conduta, empenhando mais em derrubar o outro do que em trabalhar (de verdade) em benefício próprio e na defesa dos interesses de seu parceiros. Vivemos, de fato, tempos muito confusos, quando gente sem expressão se impõe para o mercado como indispensáveis, muitas vezes recorrendo a números “fakes” de alcance social, e agem de forma amadora, prejudicando os que atuam em nível profissional. Cabe às pessoas corretas terem o discernimento de “quem é quem” neste mercado, quem se guia pela ética e responsabilidade, pautado no respeito e profissionalismo. Não é preciso muito para enxergar isso. Fica a dica!

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