Projeto “Missão de Amor” une crianças acolhidas e estudantes da rede privada de Uberlândia

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Ação foi criada em 2014 pela Pontes de Amor com o objetivo de estimular a formação de vínculos afetivos

O primeiro grupo de apoio à adoção legal e comunitária de Uberlândia, Pontes de Amor realiza desde 2014 o “Missão de Amor”, um projeto que visa estimular a formação de vínculos afetivos e convivência comunitária entre crianças e adolescentes em vulnerabilidade social de zero a 13 anos, que vivem em instituições de acolhimento e jovens voluntários estudantes de ensino médio na rede privada.

O objetivo é proporcionar às crianças e adolescentes institucionalizados novas referências e construção de maior senso de identidade, valor e propósito de vida, e ainda, desenvolver nos jovens o senso de responsabilidade social, consciências crítica e inclusiva.

O trabalho é desenvolvido de forma lúdica por meio de três oficinas previamente estruturadas: a contação de história, bate-papo e criatividade. “As oficinas são planejadas pelos jovens voluntários do segundo ano do ensino médio do Colégio Nacional, juntamente com os coordenadores voluntários da Pontes de Amor. Além das oficinas, é oferecido as crianças, atendimentos psicológicos e psicopedagógico visando desenvolvimento emocional e cognitivo das mesmas”, ressaltou Bruna Magalhães, psicóloga da Pontes de Amor.

Os encontros acontecem dois sábados ao mês, em duas instituições de acolhimento de Uberlândia, com a coordenação da assistente social Oliviana Abadia, psicopedagoga Fernanda Nascimento e a psicóloga Bruna Magalhães, que avalia que tem obtido excelentes resultados. “As crianças apresentam mudanças significativas no desempenho escolar, os vínculos se mostram confiáveis e saudáveis, as crianças têm tido momentos de construções, alegria e esperança”, contou.

Uma das estudantes voluntárias, Beatriz Alvarenga, disse que se sente grata ao refletir sobre  a travessia que ela, com os outros alunos do Colégio Nacional envolvidos no projeto, fazem pela Pontes de Amor. “As criança que conhecemos nas Instituições de Acolhimento são admiráveis, das mais amáveis inspirações. Minha felicidade está em poder doar-me a elas em nossos encontros. Um simples sorriso é  infinito. Percebo explicitamente meu crescimento pessoal e sinto que, no mínimo, proporcionamos o mais que bem merecido acalanto ao coração dos pequenos”, afirmou Beatriz.

 

 

 

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