Projeto “Uberabinha, meu Amigo” encerra suas oficinas em Uberaba

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O município é sede da principais nascentes do rio que abastece Uberlândia e é fonte de diversas atividades econômicas geradoras de emprego e renda

 

O projeto “Uberabinha, meu amigo”, desenvolvido pela Angá – Associação para a Gestão Socioambiental do Triângulo Mineiro -, chega ao fim em Uberaba após quatro encontros marcados por muito aprendizado. O encerramento será amanhã, dia 19, a partir das 14h, na UFTM – Universidade Federal do Triângulo Mineiro. Alunos e professores das escolas parceiras irão trocar experiências adquiridas nos encontros e debater iniciativas que podem melhorar a qualidade ambiental da Bacia do Uberabinha e cursos d’água da região, como o Rio Uberaba.

Nas quatro oficinas realizadas, a equipe de pesquisadores e documentaristas da Angá puderam mostrar a enorme riqueza ambiental que existe no Rio Uberabinha e os problemas que impactam os seus biomas e põem em risco a qualidade e quantidade das suas águas e da sua variada fauna e flora. As escolas Maria Lourencina Palmério, Professora Stella Chaves e a Universidade Federal do Triângulo Mineiro se dedicaram ao estudo e seus alunos e professores tiveram acesso a dados de pesquisas realizadas pela Angá sobre o rio que, apesar de não abastecer a cidade de Uberaba, é fonte de recursos para diversas atividades econômicas praticadas no município.

“As aulas utilizaram ferramentas geoespaciais de localização geográfica para o entendimento do que é uma bacia hidrográfica; técnicas de audiovisual para auxiliar na disseminação de informações qualificadas; divulgação de estudos diretamente de pesquisadores de campo, e isto é apenas uma parcela do que foi apresentado”, assinala o presidente da Angá, Gustavo Malacco. Segundo o biólogo, a realização do projeto Uberabinha, meu Amigo, é uma contribuição da entidade à capacitação da comunidade escolar e um estímulo à ações cidadãs em defesa dos recursos naturais. “É muito importante qualificarmos a população para o debate ambiental. A sociedade precisa de cidadãos que saibam o verdadeiro valor de seus ativos ambientais e saibam defendê-los contra interesses contrários às suas reais necessidades”, finaliza.

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