Pimenta Refresco

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Pimenta refresco
Ai, que preguiça nos dá pessoas que não retornam aos seus clientes, parceiros e fornecedores. O eterno, problemático, enfadonho e provinciano exercício dos pequenos poderes. Quase sempre isso acontece por que a pessoa em questão se envaidece da posição que ocupa e acaba esquecendo a verdadeira razão por que está ali. Se alguém é contratado para uma posição estratégica, na qual estará a serviço das pessoas que têm interlocução com aquela empresa que o contratou, o mínimo que se espera dela é que seja atento, prestativo e educado com as pessoas que o procuram. Mas, no geral, acontece quase sempre o contrário. Uma vez lá, e sem deixar que seus empregadores percebam, a pessoa torna-se esnobe, indiferente e mal educada com as pessoas que procuram a empresa por seu intermédio. Com isso, acabam indo pelo ralo boas oportunidades de negócios e parcerias. Mas, internamente, age como se fosse um poço de competência. E o marketing que deveria estar proporcionando para os seus contratantes transforma-se futilmente em marketing pessoal. Que preguiça desse provincianismo! Uberlândia já merece que suas empresas tenham interlocutores maduros, comprometidos e dispostos a uma interlocução inteligente.

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É fato que vivemos o chamado tempo de amores líquidos, aqueles que se dissolvem com facilidade, por não terem consistência. Mas penso também que deveria ser um tempo de as pessoas reverem seus posicionamentos, tanto em âmbito pessoal como profissional, e bVocê já parou para analisar como tem tratado as pessoas, sejam elas amigos ou parceiros profissionais? Elegância, gentileza e profissionalismo são posturas que só te fariam bem como pessoa e trariam mais sucesso e prosperidade ao seu negócio. Lamentavelmente, hoje há uma tal de relação por conveniência que faz com que a maioria olhe apenas para aquele que lhe trará benefícios por estar em evidência de alguma forma. Essa atitude interesseira, além de ser uma hipocrisia que melindra até mesmo a postura profissional, traz cegueira às pessoas. As melhores soluções e as parcerias mais fortes talvez venham mesmo de onde menos se espera. Aquela pessoa que antes estava na empresa ou no cargo público que lhe interessava e hoje não está em lugar algum ou em lugares que não lhe interessem, pode ser exatamente quem você precisava para dar o brilho necessário ao seu projeto. Se você a trata hoje com indiferença, saiba que amanhã pode vê-la novamente sob o foco de alguns holofotes que você julga importante e a queira novamente ao seu lado. E isso mostrará a sua falta de personalidade, deixará em evidência que o seu exercício profissional é baseado nas aparências e não nos valores reais que as pessoas carregam consigo. Pense nisso. Quando organizar o seu evento, formatar o seu projeto, elaborar uma ação em sua empresa que precise aglutinar material humano, tente colocar nele alguma real humanidade. Se você é do tipo que acredita nas pessoas pelo número de curtidas que ela recebe na internet ou pelo número de seguidores que ela diz ter, avalie primeiro se alguém que não tem como meta de vida essa ilusória popularidade não tem muito mais a oferecer. Não é pelo fato de os tempos modernos serem tão rasos, que você também é obrigado a ser. Não há por que fragilizar ainda mais os laços humanos. Procurar enxergar à sua volta pessoas e coisas mais verdadeiras pode ser a chave de seu sucesso. Em vez de descarta-las, procure tê-las ao seu lado.

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Uma vaia para as pessoas que agem sem ética e trabalham mais em função de derrubar a concorrência do que em benefício próprio. Fica a dica: quem tem competência se estabelece. Quem não tem, vive na sombra dos outros e acha que tirando os concorrentes do caminho vai se dar bem na vida. Não adianta! Quando existe talento para uma função, não há nada que derrube isso. Na verdade, esse comentário é sobre uma história que me relataram de alguém que se apropriou de um negócio que outra empresa estava fechando. Pegou um atalho e “roubou” o projeto. Quantas pessoas devem existir assim no mundo? Quantos são aqueles que acreditam piamente no capitalismo selvagem e na premissa de vencer a qualquer custo? E quanto vale isso? Trará recompensas a quem age dessa forma? Dorme tranquilo um sujeito desses? Tem amigos? É verdadeiro? O tempo faz cair as máscaras. É o que sempre digo.

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As pessoas deveriam pensar duas vezes antes de cuspir no prato que comeu. Aquele velho ditado de que uma porta se abre quando outra se fecha pode ser verdade. Daí, quem esnobou os seus parceiros, pode se arrepender e não ter como voltar atrás. Digo isso por ter presenciado uma pessoa que perdeu um trabalho e, a por causa disso, passou a ignorar as pessoas com quem trabalhava. Mal sabe ela que essas pessoas estão com novos projetos e pensavam em chama-la de volta. Certamente, diante dessa demonstração de amadorismo, não farão mais isso. E o pior é que a tal pessoa passou a olhar com uma falsa e oportunista simpatia os concorrentes de seu trabalho anterior. E ela os criticava abertamente. O nome disso é hipocrisia. Temperada com imaturidade.

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É óbvio que estamos passando por tempos difíceis e recessivos. Isso é inegável. Agora, o que não dá é pra encarar parasitas que se aproveitam da situação. Tem gente que está abusando nos reajustes de preços de produtos e valores de serviços. Isso é oportunismo. E só agrava a situação, inflaciona o mercado, confunde as pessoas. Em momentos assim, as pessoas tinham de ser mais solidárias e menos agressivas em suas práticas profissionais. O Brasil só vai melhorar quando as pessoas derem fim às suas pequenas corrupções, que consideram legítimas. Reclama da política brasileira, mas cometem seus pequenos delitos. Gente, mão na consciência. O momento é de união e não de desespero desenfreado pelo lucro fácil. Não é assim que o país será consertado. Tá dito.

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Vamos falar de egoísmo? Já que o mundo está vivendo uma era tão egocêntrica, acho que todos nós podemos ir na contramão dessa tendência e demonstrarmos respeito, cordialidade e tolerância, não é mesmo? Não adianta bradar xingamentos nas redes virtuais para outra pessoa que você não conhece, simplesmente por que ela pensa diferente de você.
Além das infindáveis e enfadonhas discussões políticas que proliferam na internet, questões de comportamento agora começam a ser julgadas pelas pessoas. E todo mundo virou especialista em tudo. O pior é quando o nível baixa e começam as agressões. Isso, para mim, é uma declaração de perda da razão. O sujeito não consegue mais argumentar sobre o ponto de vista que ele quer impor e destila agressões ao outro.
Ou seja, perdeu a razão. O ponto de vista era fraco. Mas que tal aproveitar o clima natalino que se inicia? Nessa atmosfera de fraternidade, acalme os ânimos e pense no quanto é bom que o mundo tenha diversidade de opiniões, de crenças e de comportamento.

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Pimenta refrescoParece que estão se multiplicando as pessoas que gostam de “comer pelas beiradas”. Me refiro àquelas que vão entrando em território alheio e assumindo o espaço, não raramente gerando confusão e intrigas. Vale lembrar que os verdadeiros competentes são daqueles que trilham os seus próprios caminhos e não os que pegam carona nas histórias alheias.
Chega a ser constrangedor os supostos profissionais que adentram acordos já estabelecidos, como se tivessem direito a tal, e assumem pra si o mérito conquistado por outros. Recentemente, um amigo me confidenciou sobre um projeto assinado por ele, e que maldosamente foi apresentado por outro que tentou levar os créditos sem merecê-lo.
Lamentavelmente, vivemos tempos sombrios, povoados de pessoas egoístas e dissimuladas. E somos obrigados a conviver com isso. Paciência. Fazer o quê? O tempo é soberano e faz cair as máscaras.

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Tenho de falar a respeito. É desprezível quem comemora a derrocada do outro. Tenho visto pessoas se esbaldarem de alegria quando, por uma razão qualquer, projetos de terceiros não dão certo. Como o mundo está ficando egoísta. As pessoas só olham para o próprio umbigo. Não querem saber de somar, mas só dividir. Não enxergam que na soma todos ganham. E que se os esforços se somassem, muitas perdas seriam evitadas. Muita gente, quando vê o sofrimento alheio, em vez de solidarizar-se e estender a mão, se diverte achando estar imune às intempéries da vida. Estaríamos todos em outro lugar, mais aprazível, se as pessoas não fossem tão mesquinhas e não agissem de forma tão egoísta. Tem gente que prefere enxergar o caos, a miséria, o desemprego, a tristeza, a solidão, de preferência, degustando um bom borbulhante, do que imaginar um mundo onde todos estejam felizes e realizados. O mais irônico, é que, no fundo, tais pessoas são amargas e infelizes. Riem da desgraça alheia como uma forma de não enxergar a própria. Como o mundo anda decadente!

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Ainda bem que as eleições estão chegando. Está insuportável o assédio de candidatos a vereadores, principalmente, nas redes sociais. E o pior é que o despreparo é tão grande que eles não conseguem encobrir o desespero pela vitória. Fica nítida a intenção de apenas ter acesso à generosa remuneração oferecida pelos contribuintes. Alguns nem têm propostas a fazer. Se acham populares e querem abocanhar o gordo salarinho. Há alguns anos, para seguir carreira política, era preciso o mínimo de argumentação. Hoje não. É só candidatar e pronto. Sabem de nada, inocentes. De direita, de esquerda, de cima, de baixo, de todos os lados, na minha opinião, só há gente confusa. São raros, se é que existem, os candidatos que parecem desejosos de um trabalho sério e comprometido com melhorias para a cidade e para o País.

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Quem quer fazer caridade não precisa de plateia. E nem de aplausos. Isso esvazia qualquer boa intenção. Frequentemente, vemos pessoas movidas por boas causas tendo a adesão da sociedade, mas logo, algumas delas, felizmente não todas, se deixam contaminar pela vaidade e começam a alimentar mais a projeção social do que a causa que defendiam inicialmente. É ruim perceber gente que começa a ter visibilidade por causa do engajamento e logo perde o rumo e começa a trabalhar pelos próprios interesses, seja com jogadas de marketing pessoal ou até mesmo carreirismo na militância política. Será que faz parte da natureza humana trocar o interesse coletivo pelas conquistas pessoais? São raros aqueles que mantêm a dignidade de ir até o fim pelas batalhas que realmente valham a pena e não se deixam conduzir pela fogueira das vaidades que dá direção ao mundo.

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Mudar o combinado é algo muito feio. Soube recentemente de um acordo profissional em que uma das partes, diante dos resultados muito aquém do previsto, resolveu “renegociar” com a outra parte, transferindo para ela parte de seu prejuízo. A pessoa que recebeu a proposta ficou estarrecida. O contrato era verbal e a mudança poderia ser feita, assim como parcialmente aconteceu, por causa da elegância da parte mais prejudicada. Mas não seria essa uma atitude muito sem ética? Rever algo que já havia sido acordado para amenizar a sua perda sem se preocupar minimamente com o seu parceiro. O problema da atualidade é que as pessoas estão muito egoístas e preocupam-se apenas consigo mesmas. Parceria se tornou algo muito unilateral, o que já derruba o sentido da palavra. E esse caráter egoísta não é referente apenas a negócios, mas até a convivência entre amigos e até mesmo, em alguns casos, entre familiares parece pautada pelo espelho. Cada um vê a si mesmo. E se perde. E perde afetos. Perde vínculos importantes. O destino disso? Provavelmente a solidão. Pensa que está plantando conquistas, mas colherá frutos amargos no futuro. E ainda será capaz de perguntar oporquê.

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Vamos combinar que toda idade tem sua beleza, mas também tem a roupa que cabe nela? Nada contra pessoas de meia-idade que tenham aspecto jovial e se vestem mais informalmente. O que não combina muito é vestir de maneira inadequada. Dizem que existem três animais na natureza que não sentem frio: pinguim, urso polar e periguete. Em um grupo de amigos, pudemos constatar isso. Dias atrás, em uma noite fria, estivemos em restaurante no alto da cidade. Lugar aberto, onde normalmente as pessoas já se agasalham para ir, inclusive os homens que nem sentem tanto frio como as mulheres. Ao ponto de a casa ter à disposição dos clientes mantas de lã para o maior conforto térmico. Ainda assim, há pessoas que não perdem a oportunidade de fazer má figura. Em vez de aproveitar o momento e abusar no modelito de inverno, sempre mais elegante que as demais estações do ano, algumas abusam é de decotes e coxas à mostra. E nem sempre com o frescor da juventude para deixar tudo assim tão exposto. São pessoas que ainda precisam de um certo refinamento e de aprenderem que elegância, acima de tudo, é saber se vestir de acordo com a hora, o clima, o local e a idade.

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Valha-me Deus. As pessoas não sabem mais o que fazer para se projetarem socialmente. Vale tudo. Não bastasse o constrangimento de observar pessoas com comportamentos inadequados e até mesmo se vestindo de maneira imprópria e fazendo de tudo para atrair os holofotes e flashes, agora inovam na loucura por alguns efêmeros minutos de fama. É motivo de chacota o excesso do uso da imagem para a promoção pessoal. As imagens saem das corriqueiras fotos e coquetéis e tomam lugar até em hospitais e clínicas. Tudo é possível para quem gosta de aparecer. Para que tanto esforço se o que aparece de verdade não é a essência da pessoa? Tempos modernos de muita confusão mental ! Deus tenha piedade de nós .

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Vivemos em tempos nos quais parece reinar a hipocrisia. Não bastasse as pessoas se soltarem tanto na internet, muitas vezes indelicada e indevidamente, ainda há a exploração do território virtual como praça de guerra para atingir desafetos. Pior do que tudo isso é quando a contradição revela o fingimento. Um amigo foi vítima de comentários maldosos expostos publicamente na internet, ainda que o nome dele não tenha sido explícito. A pessoa que cometeu tal deslize se desculpou com ele, fora das redes, face a face. Mas continuou com os ataques por lá. Tem sentido isso? É ou não uma atitude hipócrita? Acho que as pessoas estão perdendo a noção do que é real e do que é virtual. Existe uma bipolaridade aí. Muitas pessoas têm uma personalidade para a vida cotidiana e outra para as redes sociais da internet. Onde isso irá parar?

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