Em Sociedade

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27 de março

Ontem, 27, foi o Dia Internacional do Teatro. E há quase um ano e quatro meses o único teatro de Uberlândia (lamentável que uma cidade deste tamanho tenha um único teatro, enquanto outras bem menores tem quatro, cinco e até seis) permanece fechado, em decorrência da pandemia. Essa é uma aglomeração da qual sinto saudade, sobretudo dos espetáculos trazidos pelo amigo Carlos Guimarães Coelho, em seu projeto Uberlândia na Rota do Teatro, um trabalho desbravador, que dá à nossa cidade ares de megalópole. Por meio dele, quero enviar meu abraço a toda a classe teatral. Desejo que retornem logo e com trabalhos incríveis!

9 anos

Sem poder celebrar a data à altura de sua importância, o Uberlândia Shopping comemora nove anos de atividades em Uberlândia.

Páscoa

O Center shopping preparou um catálogo, disponível em centershopping.com.br com as melhores promoções de chocolates e decoração temática. Basta acessar centershopping.com.br/canais-online, clicar no canal que deseja e ser redirecionado para atendimento, que é feito de segunda a domingo, das 10h às 18h.

Doação

A Unimed Uberlândia doou à prefeitura 10 monitores multiparâmetros e outros 80 acessórios para o combate ao Covid-19. Parabéns pela iniciativa! Se todos somarmos esforços e acendermos a generosidade e a solidariedade, venceremos essa batalha.

Enem

Amanhã serão divulgados os resultados do Exame Nacional do Ensino Médio – Enem 2020, na página do participante no site enem.inep.gov.br. Por meio destas notas, os estudantes poderão garantir uma vaga para iniciar o ensino superior na rede privada, ainda neste semestre.

Lançamento

Aconteceu na semana passada o lançamento virtual do livro Ideias Incontidas – VI, que é fruto do trabalho coletivo de crianças e adolescentes de 08 a 14 anos. A obra é mais uma iniciativa do projeto sociocultural EmCantar. Parabéns a todos os envolvidos.

Tô dentro

A rede de solidariedade que se instalou a partir do vídeo de um dono de bar lamentando o corte de energia em seu estabelecimento e as consequências desastrosas em decorrência disso. Logo, o espaço pode contar com várias doações que foram direcionadas para instituições carentes.

Tô fora

Uma laranja podre, se não for lançada fora, contamina todas as outras da mesma caixa. E, se uma única laranja levemente contaminada for para outra caixa, aí o estrago já está feito e é geral. Infelizmente, isso acontece muito. Tenho visto!

Pimenta Refresco

Essa pimenta é de doer, é de arder os olhos e a alma. Mas é preciso tocar no assunto. Vamos falar do “parasitismo” e da falta de humanidade nestes tempos de pandemia. Muito ruim tudo isso. Não bastassem algumas pessoas destilarem veneno pelos próprios lábios, há as ações que agravam ainda mais esse cenário desolador que estamos vivendo. Enquanto países do chamado primeiro mundo dão exemplos com apoio à população e isenção de tributos, por aqui a gente mostra o nosso lado “subdesenvolvido” com a política do “cada um por si”. Repercutiu na internet, por exemplo, o dono de um bar na cidade que foi surpreendido pelo corte de energia, tendo seu estoque de alimentos estragado e jogado ao lixo. Como explicar tais cortes em um momento quando as pessoas estão impedidas de obterem receita? Não deveria, a exemplo de vários outros países, proibir os cortes de necessidades básicas como água e luz? Por que continua a ação de blitz pela cidade, apreendendo veículos cuja maioria nota-se ser de carros simples? Pra conferir se o IPVA foi pago? É isso mesmo? Somos o país da insensibilidade, onde as dificuldades do outro não representam nada e a conta deve ser paga? É isso? Talvez isso não seja tão relevante para nós, que estamos seguros dentro de casa e com despensa e adegas cheios, assim como as pessoas que estão em seus “ranchos” ou casas de praia como se estivessem em férias, mas há um mundo lá fora onde pessoas estão impedidas pela ameaça de um vírus de conseguir o recurso para as necessidades mais básicas, entre elas as contas de luz, de telefone e de água. Cortar esses serviços essenciais, além de comprometer a vida dessas pessoas, é como colocar uma agulha em brasa sobre uma ferida infectada. É muita falta de humanidade.

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